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Corinthians completa 116 anos: do lampião às glórias do Time do Povo

  • Foto do escritor: Redação InfoTimão
    Redação InfoTimão
  • há 5 horas
  • 11 min de leitura

Fundado por operários no Bom Retiro, clube atravessou gerações, conquistou o Brasil e o mundo e transformou sua torcida em protagonista de uma história que segue sendo escrita.


Corinthians 116 anos: uma história escrita pelo povo.

Às 20h30 de 1º de setembro de 1910, sob a luz de um lampião, cinco trabalhadores se reuniram na esquina das ruas José Paulino e Cônego Martins, no Bom Retiro, para fundar um clube de futebol. Anselmo Correia, Antônio Pereira, Carlos Silva, Joaquim Ambrósio e Rafael Perrone talvez não pudessem medir o alcance daquela decisão. Mas sabiam, desde o princípio, para quem aquele time deveria existir.


Ao lado de outros oito rapazes, eles formaram o grupo de sócios-fundadores do Sport Club Corinthians Paulista. O nome foi inspirado no Corinthian Football Club, equipe inglesa que excursionava pelo Brasil e que, em 1939, se uniria ao Casuals para formar o atual Corinthian-Casuals. Para presidir o novo clube, o escolhido foi o alfaiate Miguel Battaglia.


Foi dele a frase que atravessaria as décadas como uma espécie de destino:


“O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time.”

Nesta terça-feira, 1º de setembro de 2026, o Corinthians completa 116 anos. O clube que começou em um terreno de terra batida cresceu, ganhou casas, formou ídolos, atravessou jejuns, sobreviveu a crises e alcançou o topo do mundo. Acima de tudo, transformou milhões de torcedores em personagens de sua própria história.


Do Bom Retiro aos primeiros títulos


O primeiro campo corinthiano surgiu em um terreno alugado na Rua José Paulino, aplainado pelos próprios integrantes do clube. A estreia aconteceu em 10 de setembro de 1910, com derrota por 1 a 0 para o União da Lapa. Quatro dias depois, diante do Estrela Polar, vieram a primeira vitória, por 2 a 0, e a certeza pronunciada por quem acompanhava aquele início: “Este veio para ficar.”


Ficou. Em 1913, depois de superar um torneio seletivo e romper as barreiras impostas por um futebol dominado pelas elites, o Corinthians conquistou o direito de disputar o Campeonato Paulista. No ano seguinte, venceu os dez jogos que realizou e levantou o primeiro título de sua história. O clube de origem operária precisou de apenas quatro anos para se tornar campeão estadual.


Em 1918, o Corinthians inaugurou a Ponte Grande, seu primeiro estádio. A construção contou com um mutirão de jogadores, dirigentes e torcedores, repetindo em escala maior o espírito coletivo da fundação. Foi ali que o Timão conquistou o primeiro dos dois tricampeonatos paulistas da década de 1920, entre 1922 e 1924.


O título de 1922, ano em que o clube também levantou a Taça do Centenário da Independência do Brasil, iniciou outra tradição simbólica. Em seguida vieram as conquistas estaduais de 1923 e 1924 e, mais tarde, o novo tricampeonato de 1928, 1929 e 1930. Naqueles primeiros ciclos vitoriosos também nasceu o primeiro grande ídolo alvinegro. Manoel Nunes, o Neco, defendeu o Corinthians por 17 anos, entre 1913 e 1930, e conquistou oito títulos como jogador.


Parque São Jorge, Mosqueteiro e Campeão dos Campeões


Em 1926, o Corinthians comprou o terreno do Parque São Jorge e iniciou sua mudança para a Zona Leste de São Paulo. Dois anos depois, inaugurou a Fazendinha, estádio que se tornaria uma das casas mais afetivas da história alvinegra e que permanece integrado à sede social do clube.


A aproximação com a Zona Leste ajudou a aprofundar uma identificação que atravessaria gerações. O Corinthians se estabeleceu na região mais populosa da capital e encontrou ali um território naturalmente ligado à sua origem popular.


Em 1929, uma vitória por 3 a 1 sobre o Barracas, da Argentina, no Parque São Jorge, ajudou a consolidar outro símbolo. A imprensa da época destacou a “fibra de mosqueteiro” demonstrada pela equipe na virada, expressão que seria incorporada à identidade corinthiana.


No ano seguinte, depois de vencer o Vasco, campeão carioca, em confrontos entre os campeões de São Paulo e do Rio de Janeiro, o Corinthians recebeu o apelido de Campeão dos Campeões. A expressão seria eternizada no hino do clube.


O domínio estadual prosseguiu com o tricampeonato de 1937, 1938 e 1939, o terceiro da história corinthiana. O título paulista de 1941 abriu caminho para uma década sem novas conquistas de maior expressão, mas não sem personagens importantes. Cabeção, Idário, Roberto Belangero e Luizinho começaram a formar a base de uma das gerações mais brilhantes do clube.


O esquadrão dos anos 1950 e o começo da grande espera


Entre 1950 e 1954, o Corinthians reuniu um dos maiores times de sua história. Com nomes como Gylmar, Idário, Roberto Belangero, Cláudio, Luizinho, Baltazar e Carbone, o Timão conquistou seis títulos em cinco anos.


Em 1950, venceu pela primeira vez o Torneio Rio-São Paulo. No ano seguinte, recuperou o título paulista com o célebre ataque dos 100 gols. Foram, na verdade, 103 gols na competição, marca inédita para um clube na era profissional do futebol paulista. O bicampeonato estadual veio em 1952, seguido por novas conquistas do Rio-São Paulo em 1953 e 1954.


O troféu mais simbólico daquele período foi o Campeonato Paulista de 1954, alusivo ao IV Centenário da cidade de São Paulo. O título foi confirmado diante do Palmeiras e colocou o Corinthians novamente no papel de campeão de um centenário.


O que ninguém imaginava era que aquela conquista abriria a espera mais dolorosa da história alvinegra. Entre 1954 e 1977, o clube passou 22 anos, oito meses e sete dias sem conquistar sozinho um título de grande relevância. Em 1966, o Torneio Rio-São Paulo foi dividido com Botafogo, Santos e Vasco porque não havia datas para a realização do quadrangular final.


O jejum, porém, não diminuiu o Corinthians. Paradoxalmente, ajudou a revelar o tamanho de sua torcida.


Sem taças, a Fiel cresceu. Acompanhou o time em qualquer lugar, ocupou estádios e transformou a espera em pertencimento. Dentro de campo, o terrão do Parque São Jorge revelou Roberto Rivellino, um dos maiores jogadores brasileiros de todos os tempos. Entre 1965 e 1974, o Reizinho do Parque disputou 475 partidas e marcou 144 gols pelo clube.


Fora dos gramados, o basquete corinthiano manteve o Parque São Jorge no caminho das conquistas. Liderado por Wlamir Marques, o Timão se tornou uma potência sul-americana, com títulos paulistas, brasileiros e dois Campeonatos Sul-Americanos de Clubes, em 1964 e 1969.


A Fiel invade o Maracanã e Basílio encerra o jejum


Em 5 de dezembro de 1976, o torcedor corinthiano protagonizou uma das maiores mobilizações da história do futebol. Cerca de 70 mil alvinegros viajaram ao Rio de Janeiro e dividiram o Maracanã com a torcida do Fluminense na semifinal do Campeonato Brasileiro.


O empate por 1 a 1 levou a decisão para os pênaltis. Com Tobias decisivo no gol, o Corinthians venceu por 4 a 1 e avançou à final. A Invasão Corinthiana de 1976 não terminou com um título, mas mostrou que aquela torcida já havia se tornado maior do que qualquer espera.


O grito represado finalmente saiu em 13 de outubro de 1977. Aos 36 minutos do segundo tempo do terceiro jogo da final contra a Ponte Preta, a bola sobrou para Basílio dentro da área do Morumbi. O chute do Pé de Anjo encerrou quase 23 anos de jejum e produziu uma das comemorações mais intensas já vistas no futebol brasileiro.


Mais do que um gol, foi uma libertação coletiva. O Corinthians voltou a vencer o Paulista em 1979 e entrou na década seguinte pronto para protagonizar uma revolução que ultrapassaria as quatro linhas.


Democracia Corinthiana: quando o futebol ajudou a pedir liberdade


No início dos anos 1980, enquanto o Brasil ainda vivia sob uma ditadura militar, o Corinthians passou a dividir decisões do departamento de futebol entre jogadores, comissão técnica e funcionários. Sob a gestão do presidente Waldemar Pires e do diretor de futebol Adílson Monteiro Alves, o grupo discutia temas como concentrações, contratações e premiações por meio do voto.


A experiência ganhou o nome de Democracia Corinthiana. Sócrates, Wladimir, Casagrande, Zenon, Biro-Biro e Zé Maria estiveram entre seus principais personagens. O movimento devolveu autonomia aos jogadores e transformou o clube em uma voz relevante no processo de redemocratização do país.


O Corinthians entrou em campo com mensagens de incentivo ao voto e participou do movimento pelas Diretas Já. Ao mesmo tempo, venceu. Os títulos paulistas de 1982 e 1983 mostraram que liberdade, responsabilidade e desempenho esportivo não eram ideias incompatíveis.


Décadas depois, a Democracia Corinthiana continua reconhecida internacionalmente como um dos movimentos mais importantes da relação entre esporte, política e sociedade. Poucos clubes no mundo podem afirmar que ajudaram a disputar não apenas campeonatos, mas também o sentido da palavra democracia.


O Brasil se torna alvinegro


Depois do título paulista de 1988, o Corinthians iniciou um período de afirmação nacional. Em 1990, conquistou pela primeira vez o Campeonato Brasileiro. Neto comandou tecnicamente a campanha, Ronaldo defendeu o gol e Tupãzinho marcou, diante do São Paulo, o gol que garantiu a taça.


Em 1995, o Timão venceu o Grêmio e levantou sua primeira Copa do Brasil. Vieram também os títulos paulistas de 1995 e 1997, antes da montagem de outra equipe histórica no fim da década.


Com jogadores como Gamarra, Rincón, Vampeta, Ricardinho, Edílson, Marcelinho Carioca e Luizão, o Corinthians conquistou os Campeonatos Brasileiros de 1998 e 1999. No primeiro, superou o Cruzeiro em uma decisão de três partidas. No segundo, derrotou o Atlético-MG e confirmou o bicampeonato consecutivo.


O ciclo foi coroado em janeiro de 2000, no primeiro Campeonato Mundial de Clubes organizado pela FIFA. Depois de enfrentar Raja Casablanca, Real Madrid e Al-Nassr na fase de grupos, o Corinthians superou o Vasco nos pênaltis diante de um Maracanã lotado. O clube fundado por operários no Bom Retiro chegava ao topo do mundo.


Da queda à conquista invicta da América


O século XXI começou com novos títulos, mas também trouxe a maior ruptura esportiva da história do clube. Depois de conquistar o Mundial, o Corinthians venceu Paulistas, o Rio-São Paulo de 2002, a Copa do Brasil de 2002 e o Campeonato Brasileiro de 2005. Dois anos mais tarde, em 2007, foi rebaixado à Série B.


A queda atingiu profundamente a Fiel, mas não rompeu a ligação entre clube e torcida. Em 2008, o Corinthians foi campeão da Série B, voltou à elite e iniciou uma reconstrução sob o comando de Mano Menezes. A chegada de Ronaldo no fim daquele ano mudou a dimensão esportiva e comercial do projeto. Em 2009, o Fenômeno liderou as conquistas invictas do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil.


O Brasileiro de 2011 recolocou o Corinthians no topo do país. A taça foi confirmada em 4 de dezembro, no mesmo dia da morte de Sócrates. No oitavo minuto do clássico contra o Palmeiras, jogadores e torcedores ergueram o punho em homenagem ao Doutor, unindo luto, memória e a conquista do pentacampeonato nacional.


No ano seguinte, veio a taça mais aguardada de sua história. Sob o comando de Tite, o Timão venceu a CONMEBOL Libertadores de 2012 de maneira invicta, superando o Boca Juniors na decisão.


Em dezembro, cerca de 30 mil corinthianos atravessaram o planeta para acompanhar o Mundial de Clubes no Japão. O deslocamento repetiu, do outro lado do mundo, a força vista no Maracanã em 1976. Depois de vencer o Al Ahly na semifinal, o Corinthians derrotou o Chelsea por 1 a 0, com gol de Paolo Guerrero e uma atuação histórica de Cássio.


Aquela equipe não conquistou o mundo sozinha. Foi carregada por uma torcida que transformou Yokohama em território corinthiano.


Em 2013, o Timão ainda levantou a Recopa Sul-Americana e o Campeonato Paulista, encerrando um dos períodos mais vitoriosos de sua trajetória.


Uma casa em Itaquera e novos capítulos de glória


Em 2014, o Corinthians finalmente inaugurou um estádio à altura de sua torcida. Construída em Itaquera, no coração da Zona Leste, a Neo Química Arena recebeu a abertura da Copa do Mundo daquele ano e partidas dos Jogos Olímpicos de 2016. Mais tarde, também se tornou palco dos dois primeiros jogos de temporada regular da NFL realizados na América do Sul.


A nova casa rapidamente passou a fazer parte da história esportiva do clube. Em 2015, o Corinthians conquistou o Campeonato Brasileiro com 81 pontos, 24 vitórias, 71 gols e a melhor campanha registrada até então no formato com 20 participantes.


Dois anos depois, uma equipe apontada como a “quarta força” de São Paulo respondeu dentro de campo. O Timão venceu o Paulista e o Brasileiro de 2017, além de permanecer invicto nas 19 primeiras rodadas da competição nacional. O tricampeonato estadual de 2017, 2018 e 2019 recuperou uma tradição que acompanha o clube desde seus primeiros anos.


Após quase seis anos sem levantar uma taça, o Corinthians voltou a ser campeão em 2025. Primeiro, derrotou o Palmeiras e conquistou o Campeonato Paulista. Em dezembro, venceu o Vasco no Maracanã e alcançou o tetracampeonato da Copa do Brasil.


O ciclo ganhou outro troféu em fevereiro de 2026. Com vitória por 2 a 0 sobre o Flamengo, em Brasília, o Timão conquistou a Supercopa do Brasil pela segunda vez e encerrou uma espera de 35 anos na competição.


As Brabas levam o Corinthians a um novo lugar no mundo


Uma história de 116 anos não pode ser contada apenas pelo futebol masculino. Criado em 2016, inicialmente em parceria com o Audax, o futebol feminino do Corinthians se transformou em um dos projetos mais vitoriosos do planeta.


As Brabas conquistaram a Copa do Brasil de 2016 e a Libertadores de 2017 durante a parceria. A partir de 2018, com uma equipe própria, ampliaram a hegemonia. Ao fim de 2025, o Corinthians havia se tornado heptacampeão brasileiro e hexacampeão da Libertadores Feminina, além de acumular títulos paulistas e três Supercopas do Brasil.


Mais do que vencer, as Brabas ajudaram a ampliar o significado do Corinthians. Nomes como Tamires, Gabi Zanotti, Grazi, Vic Albuquerque e Gabi Portilho passaram a ocupar um lugar definitivo na memória alvinegra.


Em 2026, o clube disputou a primeira Copa das Campeãs da FIFA. As Brabas venceram o Gotham FC na semifinal e levaram o Arsenal à prorrogação na decisão, encerrando o torneio como vice-campeãs mundiais. A campanha colocou novamente o escudo corinthiano entre os maiores do planeta e confirmou a dimensão alcançada pelo projeto.


O Corinthians também segue escrevendo sua história nas quadras. No futsal, tornou-se bicampeão da Liga Nacional, em 2016 e 2022, além de conquistar duas Copas do Brasil e uma Supercopa. No basquete, a tradição construída por Wlamir Marques permanece como uma das páginas mais importantes do esporte brasileiro.


Uma história maior do que seus dirigentes


Celebrar o Corinthians não significa ignorar seus problemas. O clube chega aos 116 anos diante de uma das maiores crises financeiras e institucionais de sua história. A dívida bilionária, os conflitos políticos e os questionamentos sobre a gestão ameaçam o futuro de uma instituição construída por gerações.


Até a casa que simboliza a realização de um sonho ainda representa um desafio. O financiamento da Neo Química Arena permanece aberto, enquanto o clube busca equilibrar obrigações financeiras, competitividade esportiva e a necessidade de modernizar sua governança.


Nada disso diminui a história corinthiana. Ao contrário, aumenta a responsabilidade de quem ocupa temporariamente seus cargos. Presidentes, conselheiros, diretores, treinadores e jogadores passam. O Corinthians permanece porque nunca pertenceu inteiramente a nenhum deles.


Pertence a quem aplainou o primeiro terreno, trabalhou no mutirão da Ponte Grande, suportou quase 23 anos de espera, dividiu o Maracanã, pediu democracia, atravessou o mundo e lotou Itaquera. Pertence também a quem cobra, fiscaliza e se recusa a aceitar que uma história desse tamanho seja tratada como patrimônio particular.


Corinthians, 116 anos de uma história feita pelo povo


Entre o lampião do Bom Retiro e as luzes da Neo Química Arena, passaram-se 116 anos. O Corinthians mudou de bairro, de estádio, de elenco e de geração. Venceu na terra, na grama e nas quadras. Nasceu na várzea e foi campeão de São Paulo, do Brasil, da América e do mundo.


Também perdeu, caiu, esperou e recomeçou. É justamente por isso que sua história não cabe apenas em uma sala de troféus.


O Corinthians está no gol de Basílio e na defesa de Cássio, na elegância de Neco e Rivellino, no punho erguido de Sócrates, na liderança de Wladimir, nos gols de Marcelinho, Ronaldo e Guerrero e nas conquistas de Grazi, Tamires, Gabi Zanotti e das Brabas. Mas está, sobretudo, nas pessoas anônimas que fizeram do clube uma herança transmitida entre famílias, bairros e gerações.


Neste aniversário de 116 anos, o desejo do InfoTimão é que o novo ciclo marque o começo de dias melhores para o Time do Povo e para a Fiel. Que o Corinthians seja administrado com transparência, responsabilidade e profissionalismo, por pessoas capazes de compreender que conduzem um patrimônio coletivo construído por milhões de corinthianos.


Que o clube deixe de ocupar as páginas policiais e as manchetes sobre dívidas, crises e suspeitas para voltar ao lugar que sua história exige: o de uma potência esportiva, social e popular, capaz de transformar a força de seu povo e o sentimento que nunca para em conquistas, credibilidade e orgulho. O Corinthians merece um futuro à altura de sua grandeza.


Miguel Battaglia estava certo naquela noite de 1910. O Corinthians seria o time do povo. E, 116 anos depois, continua sendo o povo quem faz o Corinthians.

Parabéns, Sport Club Corinthians Paulista.


O InfoTimão acompanha diariamente todas as modalidades, os bastidores e os desafios do clube, com informação independente e a visão de quem vive o Corinthians. Continue conosco para seguir cada capítulo dessa história.


InfoTimão, informação de corinthiano para corinthiano.

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